terça-feira, 19 de julho de 2011

Playbacks Diversos de Shirley Carvalhaes.

Bom, sou fã, amigo e grande admirador da Cantora Shirley Carvalhaes e sei que muitos dos seus trabalhos antigos, em se tratando de Play Backs são bastantes escassos, por isso resolvi postar aqui alguns Playbacks, de diferentes Cds e épocas.  Abaixo a Relação da postagem, pra baixá-los, basta clicar no link no final desse texto.

Abraços a todos.

01 - A Trombeta de Deus  -  Cd Asas do Vento
02 - Asas do Vento  -   Cd Asas do Vento
03 - Até Sião -  Cd Renúncia
04 - O Amor de Deus - Cd Não Temas
05 - Uma Vez Mais Senhor - Cd Ao vivo na Rio Sampa
06 - Pássaro Livre  -  Cd Pássaro Livre
07 - Deus Meu  -  Cd Pássaro Livre
08 - Cantando Vou  -   Cd Se o Amanhã....
09 - Ninguém Vai Calar Meu Canto  Cd Ninguém Vai...
10 - Resta Pouco Tempo  -  Cd Ao Vivo na Rio Sampa
11 - A Hora  -  Cd Diga-me porque
12 - Oração  -  Cd Renúncia
13 - Varões Galileus  -  Cd Pássaro Livre
14 - Herói da Fé  -  Cd Diga-me Porque
15 - Vôo Livre  -  Cd Pássaro Livre
16 - Aqui Tem Anjo  -  Cd Quero Te Adorar
17  -  Fogo Santo  -  Cd  Diga-me Porque
19  -  Paz para Melhor Viver  -  Cd Pássaro Livre
20  -  A Dor de Jesus  -  Cd Se o Amanhã...
21  -  Árvore da Cruz  -  Cd Renúncia

http://www.4shared.com/folder/ep-dReDj/PLAYBACKS_DIVERSOS.html

Espero que gostem!


PLAYBACK AMIGO MEU - Completo!!!!

http://www.4shared.com/folder/3YKEg0Sa/_online.html

domingo, 12 de junho de 2011

Peguei-me olhando fotos/ Lembrando fatos
Recordando um passado que ficou para trás/
Caminho por ruas vazias/ esquinas desertas
E em meus pensamentos procuro uma brecha/
Tento me convencer q foi melhor assim.

Perder você me trouxe paz e sossego/
É melhor o fim/ q a insegurança e o medo/
Viver sem ter paz/ não faz bem a ninguém
O seu amor não me deu segurança/ Então é melhor q vire lembrança/
Viver sem você/ é o melhor pra mim.

A vida é isso/ Encontros e desencontros/
Partículas de saudades/ momentos de amor
Viver em paz é tudo o que eu mais quero/
Perder seu amor/ me fez bem/ Eu confesso
Quem sabe agora eu possa ser feliz.

Perder você me trouxe paz e sossego/
É melhor o fim/ q a insegurança e o medo/
Viver sem ter paz/ não faz bem a ninguém
O seu amor não me deu segurança/ Então é melhor q vire lembrança/
Viver sem você/ é o melhor pra mim.

Letra de Música!

Vou tocar uma Valsa Brasileira/
Um Samba de Gafieira/ fazer um batuque/ tocar meu violão
Bossa nova, um Banjo ou o que for /Jovem Guarda/ qualquer música de amor
Uma serenata pra vc vou compor, meu amor!

Pra te oferecer o meu amor/ Meu amor
Vou fazer a festa que for/ Vou brincar o seu Carnaval/
Um Chorinho/ ou uma Bossa Nova/ Vou fazer, como fez Noel Rosa/
Tocar pra você a mais Bela Canção.

E se tudo isso não te impressionar/ Até Forró com você vou dançar/
Ouvir Música Brega/ Jazz, Blues... MPB, e o que mais você quiser/
Vou fazer de mim seu poeta/ Nossa canção vai virar uma festa/
E o seu coração/ enfim conquistar!

Pra te oferecer o meu amor/ Meu amor
Vou fazer a festa que for/ Topo até brincar seu Carnaval
Um Chorinho/ ou um Samba Canção
Você é dona do meu coração/ A melodia que me faz sonhar.
Você é a dona do meu coração/ A melodia que me faz sonhar!

Lá, lá, lá, lá....

domingo, 22 de maio de 2011

Letra de Música!

CÃO SEM DONO

Ao te vê passar/ vi q não te esqueci
Mas tb entendi/ q desisti de vc
(Era vc ou eu, foi melhor assim)
É o jogo da vida, o sobreviver/
Como cão sem dono/ tive que aprender
A encarar os fatos pra voltar a viver

A voz q pacifica tb/ clama por guerra
O tempo q traz é o mesmo q leva/
A tempestade de ontem é a energia/
Q faz o sol/ voltar a brilhar
É a lei da vida e suas regras.../
Não dá pra fingir, viver as cegas/
Morrer de amor/ sem nada fazer!

Não vale a pena/ por pura vaidade
Abrir mão de si, pra não ver a verdade/
Viver de mentira é pura ilusão/
Como cão sem dono/ é melhor aprender
A cada tombo/ Se refazer
Encarar os fatos pra voltar a viver...


Alex Toller

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Música, Sinônimo de Paradoxo!




A Música nem sempre diz tudo de uma só vez, se dissesse, não faria sentido ouvi-la mais de uma vez.

Ela parece existir dentro de uma perpétua contradição entre ser o sinal da inteireza de um determinado paraíso, e ao mesmo tempo, a viva evidência de sua incompletude!
Penso que talvez a música não diga tudo justamente porque na realidade ela se constitui como uma espécie de espelho, um espelho sonoro!

Imagine, lembre das vezes em que você se enxerga em um espelho... então dependendo da ocasião você se avistará completamente diferente a cada ocasião. Há ocasiões em que quando nos contemplamos no reflexo de um espelho nos sentimos demasiadamente elegante, atraente, belo. Em outras, nem tanto, assim é a música, um eterno paradoxo. Dependendo do nosso estado de espírito teremos ou não a sensibilidade precisa para ouvi-lá e interpretá-la, para entender a mensagem que sua harmonia nos propõe.

A música tem o poder de nos embalar e nos adiar, ela é tão forte que as vezes, quando nos damos conta estamos cantarolando seus versos, balançando o corpo de acordo com o ritmo que ela determina.

O que seria do universo sem as melodias e harmonia das músicas?

Ouça música, mas não as ouça apenas pelo simples fato de ouvi-las, mas ouça com o coração e com a alma... queira entender a música, se deixe envolver por ela e então saberás o que talvez eu não tenha conseguido expressar no meu singelo texto.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Kid Abelha - Turnê Glitter de Principiante




Para a galera que curte o Kid Abelha, no próximo sábado, dia 14 vai rolar Show da Banda em terras Carioca!

O Trio formado por Paula Toller, Bruno Fortunato e George Isarael, que desde 2007 não se apresentava por aqui, voltou a ativa com força total agora em 2011 e está celebrando 30 anos de inquestionável sucesso.

Durante o período das famosas Férias Sabáticas, Paula e George aproveitaram pra lançarem seus Projetos Individuais, sem entretanto, conquistarem com o público o prestígio que a banda possui.

Agora, após quase 4 anos está na hora de quebrarmos esse jejum e vermos de perto a performance dessa Banda e matarmos nossa saudade!

Sucesso Kid Abelha.

Sandy Reestreia Show Manuscrito e Emociona



Na reestreia da turnê do show Manuscrito, Sandy se emocionou ao cantar a balada Dias Iguais com a participação virtual de sua parceira britânica na canção, Nerina Pallot, vista e ouvida através da imagem dos espelhos que compõem o gracioso cenário de Zé Carratu. A emoção soou verdadeira. Nesse número, Sandy põe sua alma em cena. No bis, a cantora também parece pôr sua alma em cena quando canta ao piano Esconderijo e Tempo, duas músicas que se destacam na irregular safra de inéditas do primeiro álbum solo da artista, Manuscrito, editado em maio de 2010. Um ano após o lançamento do disco, Sandy caminha no seu tempo. Manuscrito, o CD, esboçou alguma maturidade na obra da compositora sem romper radicalmente com a estética juvenil da última fase da dupla Sandy & Junior. O show segue pelo mesmo (seguro) caminho. Até porque o público eufórico que tem lotado as apresentações do show Manuscrito - com gritos que abafam por vezes o que Sandy canta e diz em cena - é o mesmo que vibrava com as turnês faraônicas de Sandy & Junior, cujos hits Quando Você Passa (Turu Turu) e Estranho Jeito de Amar são estrategicamente inseridos no roteiro que alterna covers de resultado irregular com 12 das 13 músicas do disco Manuscrito (apenas Mais um Rosto não figura no repertório do show). E, se o show Manuscrito não alça voo musical mais alto em que pesem a boa arquitetura dos arranjos e a direção segura do mano Junior Lima, é pela qualidade desigual do repertório autoral de Sandy, quase todo composto com Lucas Lima. Há alguns temas bonitos escritos com sensibilidade. Pés Cansados (a balada que abre o show com o coro ensurdecedor da tribo de fãs), Dedilhada (entoada sob a imagem projetada de um relógio) e Ela / Ele (número de beleza plástica pelas imagens bucólicas projetadas nos espelhos que funcionam como telões) são músicas que sinalizam real evolução na obra de Sandy - crescimento negado somente por quem tem os ouvidos tapados pelo preconceito contra os artistas que transitam no mercado musical mais populista. Em contrapartida, músicas mais triviais como a funkeada Tão Comum, Duras Pedras e O que Faltou Ser jogam o show para baixo, indicando que uma abertura do leque de parceiros e colaboradores seria salutar num futuro trabalho solo de Sandy. Da mesma forma, a escolha dos covers nem sempre resulta feliz. Beija Eu - pedra fundamental na construção inicial da obra autoral de Marisa Monte, lançada há 20 anos no disco Mais (1991) - se ajusta bem à voz de Sandy, que já não soa infantilizada no show Manuscrito. Sandy também surpreende ao revelar insuspeito suingue quando canta Black Horse and the Cherry Tree, tema da cantora e compositora escocesa KT Tunstall. Já as abordagens de Casa (Lulu Santos) e Put your Records on (Corinne Bailey Rae) soam tão corretas quanto burocráticas enquanto Hoje Eu Quero Sair Só (Lenine, Mu Chebabi e Caxa Aragão) já ganhou registros (muito) mais inspirados. Mas é Wonderwall - obra-prima do Oasis, banda importante na adolescência de Sandy, de acordo com texto dito pela cantora em cena - que evidencia o principal problema dos covers: a insegurança de Sandy com as letras das músicas alheias, todas lidas em cena com o auxílio providencial de teleprompters. Contudo, nada é pior do que a interpretação mecânica de Por Enquanto, música do primeiro álbum da Legião Urbana que Sandy aborda em ambiência de pop rock - reconstruída ao fim do show quando ela canta Quem Eu Sou, o segundo single do CD Manuscrito - sem levar em conta as emoções e sentimentos embutidos nos versos de Renato Russo (1960 - 1996). Ao reviver Por Enquanto, Sandy não põe sua alma em cena como faz ao elevar os tons em Sem Jeito, número em que se arrisca na percussão. Gracioso como o cenário de Zé Carratu e em alguns números elegante como a luz criada por Maneco Quinderé, Manuscrito é um show que cresce quando Sandy põe sua alma e emoções reais no que canta.

DENTRE TANTAS GUITARRAS SURGE UM BANJO






Nos ultimos anos, (não me recordo com clareza a data exata), tive uma feliz surpresa no âmbito musical. Assistia a minissérie "Capitu" adaptada da obra "Don Casmurro" de Machado de Assis, a minissérie dirigida por Luiz Fernando Carvalho era um espetáculo para os Olhos, mantendo-se fiel a obra, porém com uma leveza e um toque de atualidade que dava a minissérie um tom de originalidade, mesmo sendo adaptada de uma obra. Mas o melhor ainda estava por vir.





Era uma bela cena de romance, quando um som de um banjo chegou aos meus ouvidos, pouco depois uma voz masculina, belíssima e original começou a entoar uma linda canção. A música era Elephant Gun, a banda Beirut. Procurei conhecer mais daquela banda tão singular, e quanto mais conhecia, mais um questionamento me instigava.








Tenho visto há um tempo, uma profusão de artistas que tocam para um público específico. Deste modo, a nítida impressão que se tem, é que alguém fez algo que deu certo, e todos os outros vem bebendo da mesma fonte, cria-se então uma série de bandas que falam do mesmo assunto, que tocam com as mesmas notas, e que até se vestem da mesma forma. Então nós vemos, bandas da noite para o dia, explodirem com hit, e criarem uma legião de fãs, porém na mesma velocidade em que surge, a banda desaparece.






Em contraponto, vejo bandas como Beirut, se estabelecendo no meio artístico, com uma música que vai totalmente contra aquilo que se vende, e além disso, quebrando sofismas como "os jovens hoje só gostam de "musiquinhas bobas". Vejo porém grupos como Beirut composto por jovens, em seu excelente album: "The Flying Club Cup" se propondo a fazer uma música de alta qualidade porém sem cair no abstrato. Enquanto muitos fazem música para um público específico; Beirut, constrói seu próprio público, firmado numa arte que vai muito além de uma ambição financeira ou por sucesso.






Com a base de suas músicas feitas em Banjo, Acordeon, e instrumentos de sopro, Beirut se firma com uma música atemporal. Que outros Banjos surjam nesta geração de guitarras.










Diogo Mirandela

domingo, 8 de maio de 2011

Estão de Fato Combatendo a Pirataria?


Tenho observado nos últimos dias a grande repressão das indústrias fonográticas do Brasil no combate a pirataria, e principalmente aos famosos downloads. São muitos os sites que hospedam links para cópia de músicas que estão desaparecendo meio que repetinamente, vários blogs foram cancelados e os que permanecem em atividade, agonizam esperando a hora e o momento de serem invadidos e deletados.
Não estou aqui levantando a bandeira da desordem, não estou recriminando o combate a esse tipo de atitude ou tão pouco aprovando a meneira como têm acontecido esse combate, o que questiono é sim a sinceridade das grandes multinacionais em combater blogs e repremir os tais dawnloads.
Concordo que a música é arte e que tem todo um procedimento e gasto em suas produções, é claro que temos diversos profissionais envolvidos, desde o Artista até o mais simples funcionário dessa indústria. Foi-se o tempo em que o artista vendia 1 milhão de cópias, foi-se a época do disco de ouro por 100 mil cópias vendidas, e esse não é um problema exclusivo nosso brasileiros, mas sim um problema mundial. O acesso à digitalização trouxe suas boas e más consequência, hoje em dia, qualquer um senta em um computado e em questão de minutos baixa sua música predileta sem o menor problema, sem contar nas barracas espalhadas pela cidade vendendo Cds a R$ 3,00
Alguém tem a fórmula mágica para acabarmos com esse problema? Eu não tenho, mas acredito que se as grandes multinacionais, ao invés de reprimirem blogs e o comércio informal, investissem em promoções, se se unissem e todas colocassem no mercado um produto de qualidade por um preço mais acessível, consequentemente a própria população involuntariamente combateria todo acesso ilegal e voltaria a ser consumidora de discos e bons cds, afinal, todos gostamos de música! Imagine se as grandes gravadoras se unissem e fizessem uma experiência durante 12 meses, todas vendendo seus produtos por um valor simbólico, imagina Cd sendo vendidos por R$ 4,99 durante um ano? Creio que todos iríamos optar em termos um produto de qualidade e esqueceríamos os downloads sem nos sentirmos reprimidos e desrespeitados e os artista voltariam a vender milhões de cópias, porque as vezes, como já dizia o rei Roberto Carlos, pra se ganhar é preciso perder! Pensemos nisso.